Olá, fiéis companheiros! Muito tempo sem escrever aqui!
Fui acometido por uma catapora fortíssima, estando ainda sob recuperação, mas já posso destilar meu veneno sórdido nessas linhas do mundo virtual.
O tempo deveria poder ser parado mesmo, deveríamos parar e pensar o que está dando errado. Como isso não pode ser feito, vamos analisar na correria mesmo. Isso mesmo, correria, porque amanhã tem clássico contra o fortíssimo e amedrontador time do Náutico.
O Sport, depois da ressaca da Copa do Brasil, entrou em total estado de letargia. Achou que o mundo tinha parado, e que a Libertadores - que só começa no que vem, lembram? – resolveria todos os problemas do mundo, que o planeta era um lugar bonitinho e cute-cute e que o Sport viveria um eterno conto de fadas até Janeiro.
Não, não é assim. Pra começar, nosso time foi montado, contratado e estruturado para competições rápidas, do tipo mata-mata, e não para competições longas e desgastantes como é o campeonato brasileiro. Isso entram méritos e erros graves da diretoria e do treinador do Sport, Nelsinho Baptista. Um senhor que tem méritos incontestáveis dentro da Ilha do Retiro. Foi foi tricampeão pernambucano e conquistou o 2º título mais importante da história do clube, o da Copa do Brasil.
Isso faz dele um Deus, acima de tudo e de todos? Não. Ele é passível de críticas, e as está recebendo de forma merecida, devido as suas incontáveis incoerências, rodada após rodada dentro da competição.
Falar sobre como César foi sacado depois do erro contra o Figueirense, a má fase de Carlinhos e a sua não ida para o banco, e a falta de chances de jogadores que não tenham sido indicados pelo mesmo, são chover no molhado, que o digam Salinas e o volante Felipe. Já Fábio Gomes, ri à toa.
O que falta é postura! O time do Sport é limitado? Sim. Mas longe de ser um décimo sexto colocado numa competição nivelada como o brasileiro.
Nelsinho deu provas de sua postura na divulgação dos relacionados para o jogo de amanhã. Barrou Éverton, o Raúl (Real Madrid) do Sport, Luisinho Netto e Roger. Todos por uma deficiência técnica e uma improdutividade ímpares, e finalmente, ao que tudo indica, dará chance ao garoto Joélson, o único no Sport que merece a alcunha de atacante nos dias de hoje.
Todo torcedor um pouco mais bem informado sabe dos problemas do Sport, mas e daí? Somos torcedores de resultado? Amamos o resultado ou o nosso clube?
A partir dessa resposta, pensemos no nosso comportamento. Críticas devem ser construtivas e úteis. Criticar será sempre nosso direito, e apoiar, nossa mais gloriosa obrigação.
Avante!
Eles comentaram, E VOCÊ? Participe!